Cada diagnóstico traz desafios diferentes. O cuidado começa em compreender cada um deles.
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A fisioterapia antes da cirurgia prepara o paciente para o procedimento e favorece uma recuperação mais rápida e eficiente no pós-operatório.
O objetivo é controlar a dor, reduzir inflamações, preservar a massa muscular, manter a mobilidade das articulações e otimizar o condicionamento físico dentro das limitações de cada caso.
É especialmente recomendada para pacientes com doenças ortopédicas ou neurológicas que aguardam cirurgia, principalmente quando há um período de espera entre o diagnóstico e o procedimento.
Quanto melhor o paciente estiver antes da cirurgia, maiores são as chances de uma recuperação funcional mais rápida e eficiente.
A luxação patelar é caracterizada pelo deslocamento da patela em direção lateral ou medial com relação ao sulco troclear, sendo considerada o maior osso sesamóide em pequenos animais e encontra-se dentro do tendão de inserção do conjunto do quadríceps femoral.
A luxação medial é a mais comum em raças de pequeno porte, toy ou miniatura, com até 12 vezes mais chance de apresentar a afecção.
Há uma base forte hereditária, porém outras causas são descritas como traumáticas, anomalias musculoesqueléticas, mau alinhamento do aparelho extensor e sulco troclear raso. Já em raças de grande porte, a luxação lateral tem maior incidência.
Os graus são classificados de 1 a 5:
As fraturas são interrupções na continuidade do osso, causadas por traumas, quedas, atropelamentos ou, em alguns casos, por doenças que enfraquecem a estrutura óssea.
Dependendo da gravidade, podem comprometer também músculos, ligamentos, vasos sanguíneos e nervos.
É uma alteração no desenvolvimento do quadril, transmitida geneticamente, que pode afetar diretamente a qualidade de vida do pet e pode ser agravada por alguns fatores como: viver em pisos lisos, obesidade e alterações posturais.
Os sinais podem ser variados: o seu pet pode sentir dor ao caminhar, começar a virar a pata, andar cambaleando, ter dificuldade de levantar e/ou dor à palpação do local. Um sinal típico é o andar de coelho, em que o animal anda ou corre com as duas patas traseiras juntas, parecendo um coelho.
Uma alteração na fase de crescimento, que gera uma alteração na articulação do cotovelo, e pode gerar dor, claudicação e até o animal não conseguir apoiar.
Mancar das patas da frente é um dos principais sinais. O exame de raio-X ou tomografia são necessários para confirmar o diagnóstico.
É uma das doenças mais comuns na articulação fêmoro-tíbio-patelar (FTP) dos animaizinhos, considerada uma das principais causas para doença articular degenerativa neste local. Esta lesão do ligamento acontece quando forças articulares internas ou externas excedem a força de tensão do ligamento íntegro ou enfraquecido por doença articular anterior.
O diagnóstico é baseado em testes de instabilidade articular, porém, exames complementares, como raios-X e ressonância magnética, podem ser muito importantes para avaliar o grau da degeneração articular.
A osteoartrose (também chamada de artrose) é uma doença degenerativa que acomete as articulações. Suas características são alterações na cartilagem articular, como: fissuras, microfraturas, cistos e esclerose do osso subcondral — além da formação de osteófitos periarticulares.
Os sinais clínicos estão associados a uma diminuição da qualidade de vida do pet, que podem apresentar rigidez articular e dor. A claudicação (manqueira) é o sinal mais comum, que pode ser acompanhado por atrofia da musculatura com possível deformidade e até perda progressiva da função motora.
A união dos tecidos musculares, endomísio, perimísio e epimísio dão origem à estrutura tendínea, que liga o tecido muscular esquelético aos ossos e permite o movimento das articulações e a manutenção da postura corporal. As lesões tendíneas podem acontecer por diversas causas, as mais comuns são a tenossinovite do tendão bicipital e do supraespinhoso no ombro e a tendinopatia do tendão calcâneo no membro posterior.
Dor e claudicação (manqueira) são os principais sinais clínicos. Porém, para diagnóstico final pode ser realizado um ultrassom para avaliar a condição das fibras tendíneas e a presença de calcificações.
A hérnia de disco, ou doença do disco intervertebral, é a alteração patológica mais comum na coluna dos pets. Ocorre quando os discos intervertebrais que estabilizam e auxiliam o movimento da coluna sofrem degeneração ou se deslocam em direção à medula e inervação, podendo gerar desde dor até paralisia.
Os pets podem apresentar diversos sinais clínicos como: dor, alterações dos reflexos espinhais, alteração do tônus muscular, atrofias ou hipotrofias musculares, ataxias, paresias ou até mesmo paralisias, além de alterações na micção e defecação. O Raio-X, associado ao exame clínico e neurológico, pode sugerir o local da lesão, porém, exames de tomografia e ressonância magnética são os ideais para confirmar o diagnóstico.
A cinomose é uma doença viral que afeta os cães e cujo tratamento envolve principalmente cuidados médicos e terapêuticos.
A fisioterapia veterinária pode ser uma parte importante do tratamento, especialmente para ajudar na recuperação física e na reabilitação dos animais afetados.
É fundamental ressaltar que a fisioterapia deve ser realizada em conjunto com o tratamento médico tradicional, prescrito por um médico-veterinário.
Ela pode causar uma ampla gama de sintomas, como febre, falta de apetite, tosse, vômitos, diarreia, convulsões e dificuldades motoras. Em casos graves, a doença pode levar à paralisia e até mesmo ao óbito.
É uma compressão na coluna do pet que pode causar incontinência urinária e fecal, inflamação crônica, instabilidade e degeneração do canal medular, que pode levar à perda de sensibilidade e paralisia dos membros pélvicos. Em casos mais leves, você pode identificar o problema com sinais de dor no pet ao levar a cauda ou realizando pressão na região lombo-sacra.
A doença é mais comum em pets idosos, com raças de médio a grande porte, obesos ou com malformações congênitas. O diagnóstico é realizado por radiografia simples, tomografia ou ressonância magnética. O exame neurológico pelo médico-veterinário é essencial para avaliar o grau da evolução da doença.
É uma doença crônica, lentamente progressiva e que acomete normalmente cães idosos e de grande porte como as raças Pastor Alemão, Rottweiler, Labrador, Pitbull e Boxer.
O cão passa a ter dificuldade para se locomover, fica incoordenado e chega a cair com frequência. O diagnóstico é baseado em exames clínicos, neurológicos, radiográficos e outros.
A dor é considerada como quinto sinal vital, logo após a temperatura, pulso, pressão e respiração. O planejamento do tratamento da dor é complexo e a abordagem deve ser multimodal, englobando tratamentos psicológicos e até farmacêuticos.
A identificação e quantificação da dor em pequenos pets é complexa e requer treinamento. Os sinais vão desde a diminuição do apetite, relutância em se movimentar, lamber a região e até mesmo automutilação. Como os nossos amigos não têm a capacidade de verbalizar a sensação dolorosa, a percepção da dor depende de um observador humano e, por isso, a maioria dos métodos de identificação são baseados na anamnese, observações comportamentais e nos exames físicos.
Acúmulo de gordura em excesso no tecido adiposo.
Se o seu pet ultrapassar 15% do peso ótimo, com grande acúmulo de gordura na caixa torácica, abdômen e base da cauda (cachorros) e tiver distensão abdominal excessiva, ele está obeso.
Acompanhamento voltado aos pacientes idosos, que apresentam perdas progressivas de força, equilíbrio e mobilidade ao longo do envelhecimento.
A fisioterapia pode proporcionar importantes benefícios aos pacientes idosos, ajudando a preservar força muscular, equilíbrio, mobilidade e independência funcional, além de contribuir para o controle da dor e para um envelhecimento mais confortável e ativo.
A fisioterapia também é indicada em muitas outras situações. Fale conosco e entenda como podemos ajudar no caso do seu pet.
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